sábado, 2 de agosto de 2014

Comentários no Facebook sobre "O Brasil não é mais vassalo dos EUA"


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Estanislau Oliveira, Regina Alvarenga, Maria Dulce e outras 48 pessoas curtiram isso.



Ronaldo Trigueiros Lima Artur, seu texto, lúcido e claro chegou em boa hora. Adorei !
29 de julho às 03:27 · Descurtir · 1


Luiz Alberto Carvalho Concordo com vc amigo...
29 de julho às 08:34 · Descurtir · 1


Mozart Cabral FCH é uma espécie de embaixador oficioso dos EUA no Brasil.
29 de julho às 09:23 · Descurtir · 1


Mario Chimanovitch Ve se nao fode, Poerner. O Brasil se pmite diante de tudo, mas esta sempre pronto para apontar o dedo acusador a Israel. Ta certo, von Poerner ?
29 de julho às 12:17 · Descurtir · 1


Mario Paris Xará .Matanças de inocentes, crianças, mulheres, destruir lares. em qualquer país do mundo .não pode ter apoio de um ser humano.Parece até que Hitler tinha sangue judeu.
29 de julho às 14:48 · Descurtir · 2


Mario Augusto Jakobskind O Globo eé uma vergonha midiática. A autocrítica de 64 não foi para valer, porque continua defendendo o que há de mais reacionário nacional e internacionalmente. .
29 de julho às 14:56 · Descurtir · 4


Ana Regina Segura Lima BEM COLOCADO POERNER, ISRAEL É BELICOSO, SEU GOVERNO NUNCA IRÁ ACEITAR A PALESTINA. VÃO BOMBADEAR ATÉ MASSACRAR TODOS.
29 de julho às 15:05 · Descurtir · 1


Luiz Klippert Concordo contigo, meu caro Poerner. Em gênero, número e grau.
29 de julho às 15:38 · Descurtir · 1


Mario Paris MARIO GHIMANOVICH.
29 de julho às 15:53 · Descurtir · 1


Mario Chimanovitch Mario vc cometeu uma ofensa intoleravel ao nosso povo. Reflita sobre o que postou, seu bosta, porque, prometo, vou faze-lo engolir essa aberracao.
29 de julho às 18:20 · Descurtir · 1


Arthur Poerner Pelo seu descontrole, Chimanovitch, vai ver que você é o tal "anão diplomático" com o qual a sua Chancelaria procurou insultar o Brasil. Errando de alvo, porque o meu país, além de ser um dos 11 que mantêm relações diplomáticas com todos os membros da ONU, preside a Organização Mundial do Comércio e acaba de sediar, com êxito mundialmente reconhecido, o principal evento da Fifa, que reúne um número de países ainda maior do que a ONU. Quanto à "ofensa" ao seu povo, você deve estar confundindo as noções de povo e de governo. O povo judaico deu e continua dando inestimável contribuição ao progresso da Humanidade, enquanto Israel, com governos em que o extremismo político de direita se alia à ortodoxia e ao fanatismo religiosos. se isola cada vez mais no concerto das nações. Desrespeitando a história e as tradições do seu povo, apoiou até mesmo o regime racista da África do Sul do apartheid...No que se refere à ameaça, não confunda o Brasil com a Faixa de Gaza.
30 de julho às 11:23 · Curtir · 2


Mario Chimanovitch Von Poerner, ao lixo as tuas consideracoes morais. Isolado, bc queria que Israel apoiasse quem? Deixa de ser desonesto. Ha judeus que se odeiam por ser judeus. Nao sei qual e a tua prigem e nem quero saber. Voce e o idiota de que nos falava Nelson Rodrigues: numa historia de duplo sentido nao entende sentido nenhum. Antes de comparar Israel a qualquer regime racista faca um exame serio da Historia e, antes que me esqueca, ve se nao fode, definitivamente.
30 de julho às 12:23 · Curtir


Ricardo Coquet Poerner: quero enviar meu livro pra v. Como faço?
30 de julho às 14:39 · Descurtir · 1


Arthur Poerner Chimanovitch, você está, realmente, fora de si. Ou é sempre assim ? Seja como for, é bom tratar, antes que o seu estado se agrave. Sugiro um médico judeu, um dos intelectuais que mais contribuíram para o avanço da Humanidade: SIGMUND FREUD. Como complemento à terapia, pegaria bem a leitura do historiador ERIC HOBSBAWM, outro judeu de quem herdamos precioso acervo. Depois da alta, se já puder debater ideias, civilizadamente, sem ter que recorrer a palavrões em cada frase, não deixe de voltar.
30 de julho às 15:27 · Curtir · 1


Mario Chimanovitch Ahahahah
30 de julho às 15:56 · Descurtir · 1


Eliana Madeira Poerner, como diria minha avó, brilhante tapa com luva de pelica! Só restou ao cidadão colocar aquele ahahah idiota que todos conhecemos. Realmente, diante da confusão mental apresentada só o nosso velho Freud para, talvez, dar jeito. Parabéns a você pela elegância de sempre!
30 de julho às 16:13 · Descurtir · 1


Mario Chimanovitch São Paulo, 29 de julho de 2014

mais de 160 crianças morreram trabalhando para cavar
os tuneis do Hamas.

veja

http://www.jpost.com/.../At-least-160-children-died...

Abraços

Ary
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30 de julho às 16:22 · Curtir


Arthur Poerner Chaminévitch, você ainda por aí, soltando fumaça pela página ? Agora, com base em fonte que me parece das mais idôneas, The Jerusalem Post ? Mas, é até bom, porque ficou faltando, no tratamento antibelicista que sugeri, já superada esta fase mais agressiva, uma semana de estágio na Rua da Alfândega, aqui no Rio, onde judeus e árabes sempre conviveram harmoniosamente. Como, aliás, sempre coexistiram e continuariam coexistindo nos países árabes, não fosse o descumprimento do tratado da partilha de 1947, que previa a fundação de Israel e de um Estado palestino. Cadê este, cuja criação Israel sempre boicotou ?
30 de julho às 19:05 · Curtir · 1


Mario Chimanovitch Mentira, von Poerner. Foram os arabes, que mao tinham um lider a altura de Ben Gurion, que rejeitaram a partilha e partiram para a invasao do jovem Israel. Isso e inquestionavel. Se fuderam todas bezes que tentaram acabar com Israel. E assim sera, sempre. No mais, cara palida, a comer um kibe na Alfandega. Sou mais um gefilte fish. Shalom
30 de julho às 19:10 · Descurtir · 1


Arthur Poerner Por mais que se esforce, Mário, não conseguirá que eu tenha raiva de você, embora me seja bastante difícil entender que alguém possa festejar o assassinato de crianças e mulheres de qualquer origem ou etnia. O escândalo de hoje, qualificado pela ONU como vergonha mundial, foi o bombardeio israelense da escola mantida por esta entidade na Faixa de Gaza,, com a morte de mais 20 civis palestinos ali refugiados. Já são, agora, 1346 palestinos mortos, civis em sua esmagadora maioria, contra 59 israelenses (só três civis). A minha consciência pacifista sempre me obrigará a condenar qualquer genocídio, como foi o de Hitler contra os judeus e os ciganos. Shalom pra você também, mas na alma, e não só como saudação, da boca pra fora.
30 de julho às 23:31 · Curtir · 2



Ana Regina Segura Lima DESCULPE POERNER, NÃO CONHEÇO ESSE SENHOR MAS O ACHO INSUPORTÁVEL COM AS ASNEIRAS REACIONÁRIAS QUE DIZ.
31 de julho às 11:40 · Curtir


Mario Chimanovitch Dona Ana que bom que nao nos conhecemos. Detesto peruas que arrotam merda, o que e o v. Caso.Portanto, madame, recolha-se a v. Insignicancia. Quem sabe um poucoais de atividade sexual a torne uma pessoa melhor alem dessa suburbana burra que aparenta ser.
31 de julho às 18:55 · Editado · Curtir

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Sem Ariano Suassuna


      Com Ariano Suassuna, o Brasil acaba de perder um dos seus intelectuais mais completos, um mestre que enriqueceu a nossa cultura popular com base no seu profundo conhecimento do que o mundo produziu de melhor na literatura e na dramaturgia, como, por exemplo, dois dos seus autores favoritos, Dostoievski e Molière. O seu "Auto da compadecida" (1955) é a melhor comédia brasileira das que conheço, com destaque especial para a versão a que assisti na tevê, do Guel Arrais, com o João Grilo de Mateus Nachtergale, o Chicó de Selton Melo e a compadecida da grande Fernanda Montenegro. Sua morte no Recife, aos 87 anos, em consequência do AVC sofrido na véspera, foi um choque para mim, mas, passado o impacto, talvez amanhã, eu já possa falar de uma virtuosidade dele menos conhecida: a de contador de piadas.
                                                                                          Arthur Poerner

terça-feira, 29 de julho de 2014

O Brasil não é mais vassalo dos EUA


     Ao contrário da opinião d"O Globo", considero muito acertada a decisão do Itamaraty de convocar para consultas o embaixador em Tel Aviv. O Brasil não pode se omitir diante da gravidade do que ocorre na Faixa de Gaza, inclusive por ter presidido, em 1947, com o gaúcho Osvaldo Aranha, então embaixador na ONU, a seção da Assembleia Geral em que foi aprovada a partilha da Palestina histórica para a criação de dois Estados: um judaico, Israel, e o outro, árabe, a Palestina. Nos 67 anos desde então decorridos, Israel não fez outra coisa se não boicotar a criação do Estado palestino, isto é, o cumprimento da outra parte do acordo, sem jamais respeitar as resoluções que a comunidade internacional adotou a respeito, mediante votações na ONU. O desrespeito israelense se baseou, obviamente, no beneplácito dos EUA, mas a política externa do Brasil, felizmente, não é mais a da ditadura, que seguia a linha proclamada pelo chanceler Juraci Magalhães: "O que é bom para os EUA é bom para o Brasil." Em artigo publicado no Carnaval passado (só podia ser mesmo em dias de folia), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, numa tentativa de crítica à diplomacia da era Lula, ainda defendia o "estreitamento" das relações com Washington. Mas, estreitar ainda mais o quê ? A vassalagem ?
                                                                                              Arthur Poerner

Para ver os comentários na página do Facebook:
http://arthurpoerner.blogspot.com.br/2014/08/comentarios-no-facebook-sobre-o-brasil.html

sábado, 19 de julho de 2014

A despedida da Marlene

   
       A Copa acabou me desviando e impedindo que desse, nesta página, a devida atenção ao falecimento, no dia seguinte ao da sua inauguração, da Marlene, a cantora e atriz que foi, com Emilinha Borba, um dos grandes ícones da era de ouro do rádio no Brasil. Em compensação, pude encontrar duas fotos de 7 de novembro de 1994, dia em que a peguei em casa, em Copacabana, para que gravasse no Museu da Imagem e do Som, que eu presidia, um depoimento para a posteridade. No qual contou que, Victória na certidão, o seu nome artístico era uma homenagem à atriz alemã Marlene Dietrich; que, nascida em São Paulo, tinha iniciado a carreira no Rio, em 1940, como vocalista da orquestra do Cassino da Urca; que, a convite da colega francesa Edith Piaf, que a vira cantando no Copacabana Palace, chegara a ficar em cartaz por quatro meses e meio no Olympia de Paris; e que tinha mais de quatro mil músicas gravadas. Esfuziante, Marlene, então com 72 anos, contagiava de entusiasmo quem a ouvisse. Inesquecível !    
      Espero que, com a próxima inauguração da nova sede do MIS, na Av. Atlântica, não só depoimentos como este da Marlene, de uma série de artistas de sucesso na música, fundada pelo Ricardo Cravo Albin, mas também das que ali criei, como "Vozes da resistência" (à ditadura) e "Vozes do povo de santo", com destacadas personalidades do candomblé no estado, alcancem um público bem maior.


Com Marlene no MIS


Marlene, Rita e eu